Quando um pacote diz “100% Arábica”, ele informa a espécie do cafeeiro. Isso já ajuda a entender o café, mas não conta tudo sobre a bebida: origem, variedade, colheita, processamento, torra e preparo também influenciam o resultado na xícara.
Arábica é uma espécie, não uma variedade única
Dentro da espécie Arábica existem muitas variedades. Por isso, dizer apenas “Arábica” não identifica uma variedade específica. O catálogo da World Coffee Research reúne dezenas de variedades e mostra a diversidade existente dentro dessa espécie.
Na hora de escolher, observe também a origem, o perfil sensorial e a forma de preparo indicada. Essas informações ajudam a encontrar um café que combine com o seu gosto e com o equipamento que você usa em casa.
O que observar no pacote
- Origem: a região e o produtor ajudam a contar a história do café.
- Torra: a descrição da torra orienta a escolha para diferentes métodos.
- Notas sensoriais: são referências de aroma e sabor percebidas na prova, como chocolate, frutas ou castanhas.
- Moagem: para café em grãos, moa perto da hora de preparar e ajuste a granulometria ao seu método.
Um Arábica do Caparaó para espresso
O Dokaparaó Espresso é um café especial 100% Arábica selecionado na região do Caparaó. A torra média e o perfil com notas de doce de leite, nozes, baunilha, rapadura e açúcar mascavo foram escolhidos para uma bebida doce e cremosa. A linha está disponível em embalagens de 250 g e 500 g.
Se você prepara espresso em casa, veja os detalhes do café em grãos para espresso de 250 g e da embalagem de 500 g.
Em resumo
Arábica é uma boa informação de partida, mas vale olhar o conjunto: origem, torra, notas e preparo. Assim você escolhe com mais segurança e descobre quais cafés combinam com a sua rotina.
Para conhecer as variedades da espécie Arábica, consulte o catálogo da World Coffee Research.
